A lepra e o pecado
A lepra no antigo testamento era tratado com muito rigor pelos sacerdotes, era uma doença contagiosa e repugnante, portanto, o leproso não poderia conviver com as pessoas saudáveis, teria que ser retirado para que todo aquele mal não se alastrasse pelo arraial. A lepra tirava a cidadania, a vida religiosa, pois Israel era uma nação santa e todo israelita era considerado um sacerdote que vivia em harmonia com Deus. O leproso era uma pessoa desprezada, morava sozinho, andava com as roupas rasgadas, despenteados e quando alguém se aproximava, ele deveria gritar que estava impuro (Lv 13.45). A palavra do sacerdote era decisiva quando ele analisava e dava o veredito: impuro ou puro. Quando o leproso era curado, ele se apresentava ao sacerdote, que analisaria o caso, se chegasse a conclusão que realmente aconteceu a cura, o restabelecia a comunhão com o povo, e tudo que lhe pertencia era restituído. A lepra é uma tipologia do pecado hoje, o pecado é repugnante, contagioso. O pecado, assim, como a lepra deixa a pessoa insensível, portanto torna-se impossível a pessoa que anda em pecado sentir a presença do Espírito Santo, ouvi a voz de Jesus, andar em comunhão com o corpo de Cristo. A pessoa que está em pecado com o corpo de Cristo, ela deva ser tratada quando o problema é detectado, mas com amor, deve ser afastada por um tempo para preservar a igreja e a própria pessoa. É nesse período de isolamento que é aplicado os remédios: oração, Palavra, Jejum, acompanhamento. Passado o tempo necessário, após o tratamento e detectado a cura, o sacerdote restabelece novamente a pessoa a comunhão da igreja. Que Deus nos cure de toda lepra espiritual para que possamos estar sempre em comunhão com Ele e a igreja.